One Guy Alone

Porque não dizer a verdade?
Certas opções agregadas às vicissitudes da vida, dizem quem somos.
One Guy Alone, that's who I am!

oneguyalone@gmail.com

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Photography by Gabriel Wickbold →

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The 20th Anniversary of the Fall of the Berlin Wall →

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China, as seen by Elizabeth Dalziel →

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Launch of the Ares I-X →

Um pouco de inocência… porque sim, porque estou num lugar estranho:

“Apaixonei-me pela Cláudia Patrícia, era ela estudante da Escola Primária n.º 107 em Belém. Éramos petizes, pequeninos, mas loucamente enamorados. Os bilhetes trocados, espelhavam sempre os mais ternurentos desenhos. As palavras, esboçavam o singelo “gosto de ti” sem salpicos do Mundo Pop actual. Uma vez, numa viagem de estudo, maroto mas muito pouco ciente do seu significado mordaz, espreitei por debaixo da saia que vestia nesse dia, e junto do seu ouvido disse-lhe:

- xiiiiiii tens umas cuecas das “tartarugas ninja”… que fixe!”

Perder a inocência, é uma treta!

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Preserving the History of Haight-Ashbury →

Porque posso fazer algo, vou fazê-lo!

A superfície comercial é enorme, contém várias lojas, além do spot onde nada aconteceu, porque e passo a explicar:

- as pernas tremiam de uma maneira, que só me lembro de situações idênticas, nos tempos do infantário (tretas :p);

- suores frios e encharcados, foram vividos nas palmas das mãos, direita e esquerda;

- bloqueio ao nível da intelectualidade emocional, com consequências danosas para o discurso ensaiado em 5 minutos;

- caramba… ela era bonita; o sorriso, ignorando o cliché da expressão, iluminou-me as ideias mais idiotas que pisavam a esperança de voltar a sentir algo deste género: “pim pim pim estrelinhas estrelinhas a caminho… vais encantar-te… vais encantar-te…” foram algumas das expressões entoadas por um espírito deveras apaixonado com tanto detalhe.

Caraças, nem tudo é mau. Se não tem o hábito de estar ali, preparada para vender aquele determinado produto que originou o desbloqueio do caminho para esta história, o sorriso, o piscar de olho, a simpatia… não deveria ser (só) uma táctica comercial de venda ao público, certo?

Começo a estar preparado para tudo. Depois de dar a conhecer (ainda não dei, mas vou dar), a todas as lojas, que há um artista na cidade de Lisboa, encantado com ela (nem perguntei o nome… burro, brurro!), altos patrocínios podem surgir na promoção mediática do reencontro :)!

Jantar à luz das velas no Mcdonald’s; eu… vestido pelo Maxmiano Dutty, ela… vestida pela Victoria’s Secret… ahhh ops, pela Mango; estadia em regime de sem pensão, nas camas em exposição do Feira Nova… humm parece-me perfeitamente alcançável!

Só há ainda um pormenor para o qual tenho de trabalhar e muito: defesa pessoal da minha integridade física.

Se por acaso, há uma terceira pessoa, prometo que saio de fininho, como se nada tivesse ocorrido e com um pedido de desculpa por ter espalhado a história, pela superfície comercial onde nada, mas mesmo nada, aconteceu! E se aconteceu algo, digo que foi só um elogio à beleza humana rara de uma Bracarense, desconhecida para a minha pessoa e que decidi admirar de um modo ligeiramente diferente do elogio barato - ó jóia, anda cá ao ourives - e que deve ser respeitado, sem dar um safanão valente ao bonito e simpático rosto por mim ostentado. A isto, chama-se música, acham que o moço dançará?

… o poder de um sorriso hein!

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… empático, para com esta personagem lol!

Será que o meu abutre é o destino… ou as escolhas que tomo de forma deliberada (umas certas, outras erradas)?!

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… nunca mais volto a encantar-me com alguém que me proporcionou (literalmente) os melhores 3 minutos de conversa de sempre, a quem… entrego de mão beijada o meu contacto, e volto as costas sem perguntar o nome ou se porventura, pensava ligar-me (já agora que não perguntei nada, dava jeito).

Maldita cidade de Braga!

Saio de Lisboa e pumba… love is the air! Porque será… que não me apaixono na cidade de Lisboa?

Acabo de ligar para o local onde o encanto se encontrava a trabalhar e escuto:

“ahhh estou a ver quem é, pois… mas ela não trabalha aqui, só vem muito de vez em quando, para substituir alguém… e aliás, desde o Verão que ela não vinha até aqui, mas porque precisei de tirar o dia para ir ver o jogo do Braga… pumba!”

Destino, encantos… vocês e os acasos que me proporcionam, bem que podiam ir para o raio que vos partam! Isto faz-se?

Vou a Braga, cruzo-me com ela… um sorriso deslumbrante, um piscar de olho (Jesus… parecia que tinha os 4 piscas ligados ehehe), uma dinâmica verbal tão doce, mas ao mesmo tempo… singular na expressividade das suas ideias; as mãos que me preocupavam, fizeram-me tremer a voz, esquecer metade do discurso… ignorar, que isto podia acontecer… perder-lhe o rasto.

Mulheres… ajudem-me.

Ligavam se tal tivesse ocorrido convosco?

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Days of the Dead →